Professores Juarez Ribas Teixeira Junior e Maria da Glória Colucci
sábado, 30 de maio de 2015
domingo, 17 de maio de 2015
GRUPO DE PESQUISA EM BIODIREITO E BIOÉTICA - JUS VITAE 2001-2015
GRUPO
DE PESQUISA EM BIODIREITO E BIOÉTICA - JUS
VITAE
2001-2015
Profa.
Msc. Maria da Glória Colucci[1]
1 ORIGEM
O Grupo surgiu
em 2001 de um Fórum Interdisciplinar realizado pelo Departamento de Ciências e
Atividades Complementares, hoje denominado Departamento de Propedêutica do
Direito. À época dirigia o Departamento de Ciências e Atividades
Complementares, o Prof. Dr. Bortolo.
2 A PROPOSTA
Conforme
solicitado, à época, os professores do Departamento, deveriam trazer temas
referentes às suas Ciências que refletissem inovações e desafios à pesquisa. No
caso, a Profa. Maria da Glória optou por analisar uma área nascente, versando
sobre o Biodireito e a Bioética; elaborando texto em que enumerou o
enfrentamento político-jurídico e socioeconômico e seus reflexos na sociedade
brasileira de questões sobre a vida da pessoa humana e a interferência
crescente da biotecnologia.
3 O GRUPO
O interesse
despertado na comunidade acadêmica levou a Profa. Maria da Glória a
iniciar as atividades de pesquisa com cerca de 10 alunos, que, individualmente,
escolheram temas como: transplantes de órgãos, eutanásia, aborto eugênico,
transgênicos, cirurgias de redesignação de sexo, inseminação artificial,
transfusão de sangue em situação de risco e crenças religiosas, etc
4 A DINÂMICA
As orientações
dos temas são feitas individualmente, conforme o assunto escolhido pelo aluno
pesquisador inscrito no Grupo, com fornecimento de material bibliográfico e
sumário inicial
5 FREQUÊNCIAS
A carga
horária é de, aproximadamente, 35 horas, cujo controle se faz em ficha de
presenças fornecida pelo NPEA (Núcleo de Pesquisa e Extensão Acadêmica) e pela
entrega de parte do texto elaborado para correção.
6 CONCLUSÃO DA PESQUISA
Para obter o
crédito da pesquisa, o aluno pesquisador deverá entregar artigo científico, com
cerca de 20 laudas, nos moldes da ABNT e normas do UNICURITIBA.
7 APRESENTAÇÃO À COMUNIDADE ACADÊMICA
Os acadêmicos
deverm expor, nas Jornadas de Biodireito e Bioética, no prazo de 30-40 minutos,
o tema pesquisado, mediante o uso de slides no Power Point.
8. RESULTADOS
a) Jornadas realizadas: 19, sendo a última em 27 de março
de 2015, sobre o seguinte tema: "Pessoas e Animais: novos horizontes aos
direitos na transmodernidade"
b) Apresentações: integraram o elenco de pesquisadores-expositores
4 (quatro) acadêmicos, da XIX Jornada, os seguintes temas:
- Mobilidade
urbana e inclusão socioeconômica
- A pena de
morte no direito comparado contemporâneo
·
Crueldade contra animais no direito brasileiro
- Desporto
na promoção da qualidade de vida
c) Os artigos científicos que forem selecionados são
divulgados pela Revista Eletrônica do NPEA, a partir de 2012.
d) Também, os pesquisadores do Grupo Jus Vitae expõem suas pesquisas no SPIC
(Simpósio de Pesquisa e Iniciação Científica do Unicuritiba) anualmente.
e) Participação no Programa de Bolsas de Estudo e de
Pesquisa oferecido pela FUNADESP (Fundação Nacional de Desenvolvimento do
Ensino Superior Particular) contemplando 6 alunos(as) pesquisadores(as) até o
momento, a saber:
1) Mayara Cristina
Gruendling – 2009
2) Rafael
Rodrigues de Quadros – 2010
3) Allan Bavoso
Larocca -2011
4) Jacqueline
Bernardi Benatto - 2013
5) Flávia Ludmila
Kavalec Baitello – 2014
6) Alex Mecabô-
2015
9 PRODUÇÃO CIENTÍFICA APROXIMADA
Nos 14 anos de
existência do Grupo Jus Vitae, foram
entregues cerca de 200 a 220 textos elaborados pelos acadêmicos integrantes.
10 PERSPECTIVAS
O modelo
sofreu adaptações ao longo dos 14 anos de sua existência, mas permanece com as
características que foram agora descritas.
11 PROJETO 2014-2015
a) Os projetos do Grupo de Pesquisa em Biodireito e
Bioética são encaminhados ao NPEA,
anualmente, com a finalidade de submetê-los ao crivo da Coordenação do Núcleo e
da Pró-Reitoria, para análise de sua viabilidade científica e orçamentária.
b) O Projeto 2014-2015 versa sobre Direitos das
Minorias, enfocando crianças e adolescentes, jovens e pessoas idosas, a partir
de uma análise constitucional e estatutária da previsão destes direitos e suas
garantias
c) Os recortes temáticos envolverão problemas como
educação, saúde, esportes e lazer, focados nas minorias etárias precitadas.
12 CONCLUSÃO
Trata-se do
mais antigo Grupo de Pesquisa que se manteve atuante, sem interrupções, há
cerca de 14 anos no UNICURITIBA.
[1] Advogada. Mestre em
Direito Público pela UFPR. Especialista em Filosofia do Direito pela PUCPR.
Professora titular de Teoria do Direito do UNICURITIBA. Professora Emérita do
Centro Universitário Curitiba, conforme título conferido pela Instituição em
21/04/2010. Orientadora do Grupo de Pesquisas em Biodireito e Bioética – Jus
Vitae, do UNICURITIBA, desde 2001. Professora adjunta IV, aposentada, da UFPR.
Membro da Sociedade Brasileira de Bioética – Brasília. Membro do Colegiado do
Movimento Nós Podemos Paraná (ONU, ODM). Membro do IAP –
Instituto dos Advogados do Paraná
APONTAMENTOS EM JURIMETRIA
por
Maria da Glória Colucci[1]
Jurimetria
é um neologismo jurídico que se refere à técnica de interpretação de fatos
jurídicos com base em dados estatísticos e matemáticos. Sua utilização tem se
intensificado em virtude das importantes contribuições que as análises
interdisciplinares propiciam à evolução dos saberes, em particular, do Direito.
Com os subsídios da jurimetria, calcados nos métodos e técnicas estatísticos e
matemáticos, problemáticas sociopolíticas e econômicas, por exemplo, podem ser,
cuidadosamente, examinadas, servindo de fontes ao planejamento de futuras
atuações do Estado, mediante políticas públicas.
O
levantamento de necessidades vitais básicas de específicos segmentos sociais,
ou mesmo a correção de rumos adotados em estratégias diversas podem ser
redimensionados por intermédio das análises estatísticas. De sorte que, quer
seja o Poder Público, na implementação e correção de políticas públicas, quer
se trate de particulares nas opções de investimentos ou na seleção de novos
negócios, se socorrem de fontes estatísticas em suas atividades cotidianas.
Os
diagnósticos e direcionamentos adotados, quando baseados em resultados
probabilísticos, a partir de determinados comportamentos do mercado ou do
público alvo, por exemplo, podem impulsionar o desenvolvimento e crescimento
econômico de uma região, classe social ou até mesmo de um país. Infelizmente,
nem sempre se dá às pesquisas estatísticas, a devida importância; muito mais
pelo desconhecimento dos resultados práticos, do que por outra razão; como
acontece na sociedade brasileira, em que o “jeitinho”
parece ser o motivo de “orgulho” nacional. O improviso não deve nortear, não só
a ação política governamental, mas, igualmente, as iniciativas de empresários e
particulares.
[1] Advogada. Mestre em Direito Público
pela UFPR. Especialista em Filosofia do Direito pela PUCPR. Professora titular
de Teoria do Direito do UNICURITIBA. Professora Emérita do Centro Universitário
Curitiba, conforme título conferido pela Instituição em 21/04/2010. Orientadora
do Grupo de Pesquisas em Biodireito e Bioética – Jus Vitae, do UNICURITIBA,
desde 2001. Professora adjunta IV, aposentada, da UFPR. Membro da Sociedade
Brasileira de Bioética – Brasília. Membro do Colegiado do Movimento Nós Podemos
Paraná (ONU, ODM). Membro do IAP – Instituto dos Advogados do Paraná.
terça-feira, 21 de abril de 2015
TÍTULO DE PROFESSORA EMÉRITA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA
Quero compartilhar com todos a alegria de ter recebido há 5 anos o título de Professora Emérita do Centro Universitário Curitiba. Agradeço a Deus por ter me dado perseverança nestes longos 40 anos de magistério superior, na Universidade Federal do Pará (Belém-1975); UFPR(1978-2008) e UNICURITIBA (1978- até os dias atuais).
sexta-feira, 27 de março de 2015
XIX JORNADA DE BIODIREITO E BIOÉTICA - TEMA: PESSOAS E ANIMAIS: NOVOS HORIZONTES AOS DIREITOS NA TRANSMODERNIDADE
Realizada no UNICURITIBA, a XIX Jornada de Biodireito e Bioética reuniu trabalhos de pesquisa de acadêmicos integrantes do Grupo Jus Vitae; cujo início das atividades se deu em 2001. Compareceram, em 27/03/2015, em torno de 145 pessoas, dentre alunos e convidados. Os temas abordados despertaram grande interesse, em virtude de sua atualidade e do desempenho dos expositores.
quinta-feira, 19 de março de 2015
DIA MUNDIAL DA ÁGUA
Maria da Glória Colucci[1]
Comemora-se em 22 de março o Dia
Mundial da Água, como uma importante iniciativa de chamamento à
responsabilidade individual e coletiva na preservação dos mananciais, conjugada
com o estímulo às novas tecnologias de reuso das águas da chuva e domésticas.
Em Davos, no Fórum Econômico
Mundial de janeiro de 2015, a preocupação central dos líderes mundiais foi com
os crescentes impactos causados à vida das pessoas e à economia dos países pela
escassez de água. A crise da água se alastra pelos países não só africanos,
mas, igualmente, europeus e americanos, afetando a geopolítica destas regiões
como reflexos das mudanças climáticas e da falta de planejamento dos
governantes.[2]
No Brasil não se precisa fazer
minucioso levantamento na mídia para se constatar que os riscos da falta d’água
se tornaram um dos temas mais recorrentes dos noticiários. A crise hídrica,
apesar das frequentes inundações e enchentes, é uma das mais antigas e
aflitivas questões sociais, enfrentadas pela população brasileira nos centros
urbanos.
No campo, apesar dos recursos de
avançada tecnologia, geradora de crescente produtividade, a mão de obra não
especializada, aliada ao mau uso dos recursos hídricos, ainda são obstáculos ao
crescimento econômico rural. O agronegócio tem avançado com vultosos
investimentos em pacotes tecnológicos visando o aumento da produtividade; no
entanto, o setor ainda se vê a braços com secas prolongadas e a necessidade de
partilhar recursos hídricos com a pecuária, em atividades como a suinocultura e
a bovinocultura.
Circulam nos meios científicos
sofisticadas e engenhosas soluções que visam contribuir, inovadoramente, para a
redução da falta d’água. Apesar das iniciativas ainda estarem em fase de
experimentação, há propostas mais avançadas, como a (waterair).[3]
Em situações de emergência, as
inovadores contribuições da tecnologia podem auxiliar no suprimento de água
potável, todavia, oferecem desvantagens pelos elevados custos demandados, como
óleo diesel ou eletricidade.[4]
O reuso de águas servidas, como
as de esgoto, pode ser uma solução para as indústrias, limpeza e outras
finalidades, uma vez que não oferecem a potabilidade exigida, como acontece em
projetos da SABESP. No entanto, há possibilidades de conversão desta água de
reuso em potável, mediante tratamento suplementar.[5]
A dessalinização é uma
alternativa que, também, requer altos investimentos, a exemplo do que acontece
em países como Israel e Austrália, ou no Oriente Médio.[6]
No Brasil, o alto custo financeiro,
associado às condições locais de baixa escolaridade, ainda apontam o nordeste
como uma região em que se pratica uma verdadeira “indústria da seca”. Por isso,
atividades lucrativas são desencadeadas, a exemplo do transporte de água e sua
venda, e a construção de poços, unicamente em razão da carência de recursos
hídricos. As fontes de água, nesta região, ainda inexploradas, oferecem
obstáculos ao seu aproveitamento por serem salobras (pois são lençóis
subterrâneos de água salgada).[7]
Dentre os Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável (ONU, 2015-2030), a desertificação, motivada por
inúmeros fatores, dentre os quais as prolongadas secas, se apresenta como um
dos pontos destacados em seu Documento Final (2012, Rio+20), sobretudo em zonas
áridas, semiárias e sub-úmidas.[8]
Oceanos e
mares recebem, igualmente, no Documento Final, atenção, em decorrência da
importância não só econômica, mas, da própria segurança alimentar. A proteção
da biodiversidade e do meio marinho, na promoção do desenvolvimento sustentável,
sob o enfoque dos três pilares propostos pelos Chefes de Estado e Governo,
presentes à Conferência, exigem que se racionalize o uso da água em todo o
Planeta.[9]
A Lei n.11.346,
de 15 de setembro de 2006, ao dispor sobre o acesso à água potável como um
direito, na qualidade de alimento (art. 4º, I), deu ao precioso líquido
merecida relevância, em consonância com o que prevê a Constituição no art. 200,
VI. Ao compor o cardápio diário de todos os brasileiros, a água potável não tem
sido oferecida à população na quantidade e qualidade necessária, motivando a
disseminação de inúmeras doenças, sobretudo, em crianças.[10]
Também,
quando se analisa a presença da água no cenário cultural brasileiro,
verifica-se que canções populares, poesias e prosa exaltam o valor da água,
como acontece com a conhecida “Asa Branca”, em cujas estrofes se lamenta a
aridez do sertão, causada pela seca, e o abandono de homens e animais.[11]
REFERÊNCIAS
[1]Advogada.
Mestre em Direito Público pela UFPR. Especialista em Filosofia do Direito pela
PUCPR. Professora titular de Teoria do Direito do UNICURITIBA. Professora
Emérita do Centro Universitário Curitiba, conforme título conferido pela
Instituição em 21/04/2010. Orientadora do Grupo de Pesquisas em Biodireito e
Bioética – Jus Vitae, do UNICURITIBA, desde 2001. Professora adjunta IV,
aposentada, da UFPR. Membro da Sociedade Brasileira de Bioética – Brasília. Membro
do Colegiado do Movimento Nós Podemos Paraná (ONU, ODM). Membro do IAP –
Instituto dos Advogados do Paraná.
[2] Davos: crise da água é
principal risco para 2015. Jornal Gazeta do Povo: Curitiba, 16/01/2015.
[3] CORREIA JR, Milton. Aliados
contra a seca. Planeta, ano 42, edição 505, dez. 2014, p,41.
[4] Idem, p.43.
[5] Ibidem.
[6] Idem, p.44.
[7] Idem, p.45
[8] ONU. O Futuro que
Queremos. disponível em www.onu.org.br/rascunho-zero-da-rio20
[9] Id. 158 A/Conf. 216/I.1.
[10] BRASIL. Lei nº 11.346, de
15 de setembro de 2006 – cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e
Nutricional – SISAN com vistas em assegurar o direito humano à alimentação
adequada e dá outras providências; disponível em www.planato.gov.br
[11] COLUCCI, Maria da Glória.
A cantoria das águas; disponível em rubicandarascolucci.blogspot.com
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
CONGRESSO SESI - INDÚSTRIA E SOCIEDADE
Marcaram presença no Congresso - Caminhada dos ODM no Paraná e Agenda Pós-2015 (dez/2014) – GLÉRI BAHIA MANGGER, assessora técnica da
Secretaria Municipal da Mulher de Curitiba e VERA LÚCIA DE OLIVEIRA, da
Secretaria Municipal de Educação de Curitiba, na CANE, em momento de debate
sobre temas da realidade sociopolítica e econômica do Brasil.
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